Saturday, December 22, 2007

Buddy Guy invites Carlos Santana


Great encounter of two awesome guitar plyers - Montreux Jazz Festival 2004. Enjoy!

Friday, December 14, 2007

Fim da CPMF

Finalmente a oposição mostrou ao governo que ainda está viva!

Parabéns aos Senadores que votaram contra, em especial aos do PSDB e do DEM.

O momento alto da festa: o senador Heráclito Fortes (DEM-PI) leu o discurso de Paulo Paim (PT-RS), em 1996, rejeitando a CPMF — obedecendo à orientação de Luiz Inácio Lula da Silva. Paim, ontem, evidentemente, era o mais furioso defensor da contribuição que antes rejeitara.

Este partidinho, pt é realmente inacreditável. Com certteza vão começar a atacar o DEM, além de reforçar o ataque a FHC, ajudados pelos "cumpanheiros" Delfim Netto (aquele que assinou o AI-5) e o Paulo Maluf, aquele aliado desse mesmo governo "de esquerda".

Saturday, December 08, 2007

Richard Bona

Data from Wikipedia.

The Jazz Bassit Richard Bona was born in 1967 in the town of Minta, in eastern The Cameroon.

Bona began learning to play the guitar at age 11, and in 1980 aged just 13, he assembled his first ensemble for a French jazz club in Douala. The owner befriended him and helped him discover jazz music and, notably including Jaco Pastorius in particular, whose work inspired Bona to switch his focus to the electric bass.

Bona emigrated to Germany at the age of 22, soon relocating to France, where he furthered his studies in music.
In France, he regularly played in various jazz clubs and in 1995 Richard left France and moved to New York, where he still lives and works. He has being playing with top-tier artists like Larry Coryell.

His first album solo was released in 1999 - Scenes of my life. He has also been featured in many other albums by various top-tier jazz musicians.
He played with with Joe Zawinul in the Zawinul Sydicate.
In 2002 Bona went on a world tour with the Pat Metheny Group.
In 2005 Bona released his fourth album Tiki, which included a collaboration with John Legend on one track, entitled "Please Don't Stop."

He is currently a professor of music at New York University.

Find some great performances in YouTube.

Friday, December 07, 2007

Lula é a nossa Anta

O vídeo sobre o livro de Diogo Mainardi, censurado pela Infraero já foi acessado mais 13,000 vezes até agora, o 18º mais acessado do Brasil na categoria entretenimento do You Tube.

Ontem no seu podcast, Diogo comenta:

"Na terça-feira, em O Globo, um dos melhores jornalistas do país, Ali Kamel, conseguiu dar, em virtude de seu prestígio, uma dimensão infinitamente maior ao evento. Ele escreveu: “(...) A empresa responsável pelo serviço alegou que a Infraero proíbe a veiculação de propaganda política, o que é ofensivo, porque o livro não é propaganda partidária, mas simplesmente jornalismo de opinião, em que, ao lado da revelação de fatos, o autor emite juízos sobre eles, o que é absolutamente legítimo, porque feito com transparência.(...)”

"Na quarta-feira, novamente em O Globo, outro grande colunista, Merval Pereira, tratou do assunto com muito mais clareza e pertinência do que eu. Ele disse: “Pedro Aleixo, quando da decretação do AI-5, deixou para a História um comentário sobre a conseqüência daquele ato ditatorial: ‘O problema é o guarda da esquina’ "

Aqui vai o Vídeo:



Wednesday, December 05, 2007

Mensagem que enviei aos Senadores

Senhores e Senhoras Senadores:

Gostaria de agradecer a mais esta realização do nosso glorioso Senado

Mostraram ao povo brasileiro o que prevalece neste país: a impunidade, o desrespeito a ética, o legislar em causa própria.

Vergonha e desilusão. O que se viu foi um grupo de Senadores egoístas e covardes, protegidos pela votação secreta- anunciam uma intenção de voto e votam ao contrário!

Hoje ficou claro que uma maioria dos Senhores não merece fazer parte do Senado e cabe a nós, nas próximas eleições, promover uma limpeza. Infelizmente alguns estão escalados para ficar 8 anos.

Obrigado pelo presente de Natal - Renan agradece. Agora só falta aprovar a CPMF e o terceiro mandato.

"Feliz" Ano Novo.



NYT: Renan foi absolvido no 'mais obsceno' escândalo do ano no Brasil

Da Redação

O presidente do Senado brasileiro Renan Calheiros foi absolvido em um caso que foi "o mais obsceno dos escândalos políticos deste ano no Brasil", informa o principal jornal dos Estados Unidos, o The New York Times.

A reportagem do correspondente Alexei Barrionuevo lembra que Renan Calheiros era um forte aliado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu líder no Congresso Nacional, estava sendo acusado por uma série de envolvimentos com corrupção, mas que conseguia se sustentar no poder mesmo assim.


O NYT diz que mesmo diante dos escândalos, Renan Calheiros "sobreviveu" à votação de seus companheiros no Senado, que, por 48 a 29 votos, declararam-no inocente das acusações de corrupção e não cassaram seu mandato. "As acusações contra o sr. Calheiros partiram da revista Veja, em maio. A revista acusa o então presidente do Senado de usar dinheiro de um lobista para pagar pensão a uma filha que teve de uma relação extraconjugal com Mônica Velloso, uma jornalista que alavancou o escândalo depois de aparecer na edição de outubro da Playboy brasileira", diz o jornal.

A reportagem lembra ainda o histórico de outras votações que absolveram o senador, os 45 dias que ele ficou licenciado do cargo e as palavras que usou na carta de renúncia à presidência do Senado, em discurso nesta terça-feira, quando disse ser vítima de "infâmia e inverdades".

Saturday, December 01, 2007

Manu Katché's PLAYGROUND

Recording of Manu Katché's latest album, PLAYGROUND



and here he plays with Sting in Soul Cages:

Wednesday, November 07, 2007

Alvaro Dias apresenta emenda extinguindo a CPMF

O Senador Alvaro Dias (PSDB/PR) apresentou, no Senado, uma emenda que acaba com a CPMF. A emenda à PEC que prorroga a contribuição até 2011 será votada na Comissão de Constituição e Justiça, onde o governo será submetido ao primeiro teste no Senado em relação à CPMF.
A emenda de Alvaro Dias rejeita a prorrogação, sob o argumento de que a CPMF não pode fazer parte de um projeto de reforma do sistema tributário nacional: ''Os debates no Congresso sempre resultaram no acordo de que a CPMF deveria ser cobrada em caráter excepcional. Na penúltima prorrogação, a oposição, então comandada pelo PT, exigiu reduzir o prazo de vigência da CPMF para forçar a realização de uma reforma tributária, o que não aconteceu. Em 2003, o governo do presidente Lula propôs e o os parlamentares aprovaram a prorrogação da alíquota de 0,38% até 31 de dezembro de 2007, sob a condição de serem aprovadas também medidas tributárias que, hoje, repousam nos escaninhos da Câmara dos Deputados. Portanto, para sermos coerentes com os compromissos assumidos no passado no Congresso, temos que suprimir a prorrogação da CPMF. Se o governo federal desejar, que proponha uma nova e verdadeira reforma tributária e fiscal. Por isso apresentei a emenda extinguindo, de uma vez por todas, com o imposto do cheque", explicou Alvaro Dias.

Monday, October 29, 2007

Alvaro Dias contra a CPMF

Em resposta a meu email, Senador Alvaro Dias confirma:

Parabéns Senador.


Apesar do apelo do governo, Alvaro Dias diz que vai votar contra a prorrogação da CPMF

Depois de receber um convite por telefone do presidente em exercício, José Alencar, o senador Alvaro Dias (PSDB/PR) participou, nesta quarta-feira (17/10), da reunião com o vice-presidente, ministros e líderes de partidos. Alvaro Dias ouviu o apelo do governo pela aprovação da prorrogação da CPMF, mas logo depois, em pronunciamento no plenário, disse que vai se manter contrário ao imposto: “José Alencar é a cordialidade, é o respeito e, por essa razão, foi muito bem recebido nesta Casa pelos senadores. O vice-presidente da República não poderia ter outra postura a não ser a de se colocar na defesa da proposta do Governo, mas é visível o seu constrangimento porque, conceitualmente, ele se opõe à CPMF e declara isso corajosamente. Queremos, respeitosamente, discordar do presidente em exercício. É claro que sou contra a prorrogação da CPMF e adoto essa postura filosoficamente”.
Para Alvaro Dias, a CPMF não é um tributo justo, pois incide em cascata, instituindo a bitributação: “O trabalhador de baixa renda paga duas vezes: no momento em que recebe o salário e no momento em que paga pelos produtos que consome. Por essa razão, é um imposto regressivo, ao invés de ser um imposto progressivo, que busca estabelecer a justiça social. O meu voto contra a prorrogação da CPMF não depende de eventuais concessões do governo, seja uma alíquota menor ou simbólica”.
Cumprir o compromisso
O senador disse que o Senado tem agora a chance de cumprir com o compromisso que tem sido desrespeitado pelas autoridades, já que a CPMF nasceu para ser provisória, mas foi se perpetuando. “Este é o melhor momento para cumprirmos um compromisso desonrado, porque há excesso de receita. O governo já arrecadou, em 2007, R$ 60 bilhões a mais do que estava previsto. Independentemente de o Governo adotar, ou não, mecanismos de controle dos gastos públicos que reduzam as despesas correntes, é possível, sim, abrir mão dos recursos oriundos da CPMF, para manter os programas em execução, na esfera da Administração Federal”, disse.
Alvaro Dias destacou que, na reunião de hoje, o governo deixou claro que não admitirá qualquer alteração na proposta, pois isso atrasaria a votação. A única hipótese discutida com os partidos seria a redução de alíquota a partir de 2009: “Uma redução que só vai vigorar quando este governo estiver nos seus estertores. Nós não temos bons precedentes em relação a compromissos assumidos pelo Governo. O exemplo mais relevante foi o compromisso que o Governo assumiu, com o Senado Federal, e não cumpriu, de aprovar as alterações feitas na proposta de Reforma Tributária. O Senado alterou, contribuiu, promoveu avanços e reduziu o impacto das distorções que até então existiam, mas a Câmara não referendou. Portanto, em matéria de compromisso, o Governo não tem autoridade política e nós não podemos nos omitir nesta hora”.
Mudanças como a redução de gastos do governo também foram defendidas pelo senador, que condenou os paralelismos, a superposição de ações e o supérfluo: “O Governo tem de assumir sua responsabilidade diante das limitações do setor público brasileiro, e investir para estimular o crescimento econômico. O Governo tem de assumir sua responsabilidade relativamente aos precários serviços públicos oferecidos ao povo brasileiro como contrapartida dos impostos pagos. Só em 2006 a carga tributária foi de 35,2% do PIB. E enquanto a carga tributária cresce de forma veloz, o crescimento do gasto público é ainda superior. De 2000 a 2007, o PIB cresceu 113% e as despensas, 162%. O Governo tem que adotar mecanismos de controle dos gastos públicos. Não podemos de forma alguma oferecer ao Governo tudo o que ele pede. É evidente que ele não vai abrir mão da CPMF se o Senado Federal, em nome do interesse nacional, não disser “não” ao governo. O Presidente Lula disse que seria falta de seriedade não aprovar a CPMF. Não creio que isso seja falta de seriedade. Ausência de seriedade é um governo admitir valerioduto, mensalão, sanguessugas, vampiros, etc. Votar contra a CPMF é responsabilidade pública, porque é desejo da Nação brasileira. Entre obedecer ao Governo do Presidente Lula e obedecer ao povo brasileiro nos cabe obedecer àqueles que nos mandaram para cá”.

Friday, October 05, 2007

Classical Music podcasts

For the classical lover, some good podcasts to try.
Johann Sebastian Bach at Magnatune that has also good podsafe MP3 music for download or streaming - Jazz, Blues, Folk, Rock, Classical.

Dr DK offers the Mozart Podcast (the site is in German).

The British Magazine Gramophone has a podcast with news and music.

And also Wagner Operas has an interesting podcast although it has not been updated very often.

Thursday, October 04, 2007

"Congreço" Nacional

Saiu no Blog to Reinaldo, mas vale a pena repetir aqui...




Nota que está na Folha de S. Paulo de quarta-feira, com foto (acima) de Alan Marques:
“Um único carimbo fabricado com pouco zelo em relação à língua portuguesa fez com que milhares de documentos oficiais da Câmara e do Senado trouxessem um "Congreço Nacional" estampado nos cantos inferiores de suas páginas.
O tropeço vocabular está grafado em documentos como medidas provisórias enviadas pelo Executivo. O carimbo, fabricado em meados de agosto, está em documentos com datas até até cerca de três semanas atrás, quando finalmente alguém descobriu o erro.
Segundo a Secretaria Geral do Senado, um funcionário da Secretaria de Coordenação do Congresso -que não teve o nome divulgado- encomendou por conta própria o carimbo, já que o que usava estaria desgastado.
Ainda segundo a secretaria, funcionários do Senado passaram desde então a anular manualmente o "Congreço" e a carimbar "Congresso Nacional" ao lado.”
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